Ora, havia um orgulhoso e um humilde, no mesmo lugar, na mesma posição. Eram os dois conhecidos, mas suas ações e reações bem diferentes. Não importava a condição ou mesmo a ocupação, mas a demonstração.

O Orgulhoso, era tão cheio de si, a tal ponto de esquecer de Deus. Confiante em suas habilidades, andava de tal forma que parecia ser diferente. Claro que possuía virtudes, mas estas eram escondidas por tamanha vaidade. Embora avisado, não conseguia ouvir quando se tratava de ser humilde. O perigo do orgulho é esse, desvirtua a realidade e a torna bem diferente e errada. Achando-se o “centro do mundo”, tem o “EU” muito grande, ocupando todo o espaço e consumindo todo o ar em volta. O resultado é óbvio: ninguém gosta de uma pessoa soberba. A Bíblia adverte muitas vezes contra isso. Mas como pode o orgulhoso ouvir conselho de alguém, pois seu coração empedrou, sua visão embaçou e a capacidade de repensar seus atos foi tolhida. Que pena, se achava tão grande, mas era ninguém.

O Humilde, por outro lado, cheio de virtudes e qualidades, mas não se orgulhava delas. Confiante em suas habilidades, as colocavam diante do Senhor para servir e honrar a Deus. Sabia o seu lugar, pois sabia a quem servia: Nosso Deus, Senhor de todas as coisas, eterno e imortal. Este é aquele que ora com a cabeça curvada, que sabe suas falhas, que recebeu a misericórdia, que se coloca a disposição do próximo, precisa crescer e pode adorar a Deus.

Ser crente deve ser sinônimo de humildade, deve reconhecer que Jesus “a si mesmo se humilhou”, serviu a muitas pessoas e aos seus discípulos inclusive lavou-lhes os pés. Moisés foi chamado de humilde, apesar de tão grande importância e conquistas. Jó aprendeu a virtude de se humilhar e a grandeza de ser pequeno. A viúva pobre e simples foi a reconhecida por Jesus por sua grandeza. É interessante como desejar ser grande deveria ser algo bem fora de nossa realidade, antes, vivendo em humildade, e desejando que o outro seja maior que nós mesmos, a Igreja pode se fortalecer, não pode ser formada por “pessoas grandes”, mas por “humildes que oram”, por ser serem “servos dispostos” e por serem “aqueles que adoram a Deus com o coração quebrantado”.

A humildade é necessária neste tempo e para todo sempre.

Pr. Rubens da C. Monteiro

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